FAP: como a Promed ajudou uma empresa a economizar R$ 100 mil por ano

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Uma empresa chegou à Promed pagando R$ 400 mil por ano de Risco Ambiental do Trabalho (RAT), o tributo previdenciário relacionado a acidentes de trabalho.

Após realizarmos uma análise minuciosa do FAP desta empresa, identificamos erros que ninguém, até então, havia percebido: benefícios vinculados incorretamente, NTEP não contestado, dados que não refletiam a realidade da empresa.

O resultado após a análise da Promed: o custo caiu de R$ 400 mil para R$ 300 mil por ano. Uma economia de R$ 100 mil, sem mudar nada na operação. Apenas corrigindo o que estava errado na documentação.

Esse caso não é exceção. É o que acontece quando o FAP finalmente recebe a atenção que merece. 

Por que a maioria das empresas não olha para o FAP?

Desde 2010, o FAP existe como mecanismo de ajuste do RAT. São dezesseis anos de lá para cá, mas ainda hoje, a maioria das empresas não entende o que ele é ou nem sabe que pode ser contestado.

O motivo é simples: ninguém se sente dono ou especialista no assunto. O RH acha que é matéria da contabilidade. A contabilidade acha que é matéria do RH. 

E o financeiro, que sente o impacto no caixa todo mês, raramente sabe de onde vem aquele número na folha.

O resultado? Muitas empresas podem estar pagando mais do que deveriam sem sequer perceber. Na prática, isso significa dinheiro saindo do caixa que poderia ser economizado.

Mas, como reverter essa situação? É o que você vai descobrir neste artigo. 

O que é o FAP?

O FAP (Fator Acidentário de Prevenção) é um número que pode reduzir ou aumentar o valor que a empresa paga de RAT.

O RAT (Riscos Ambientais do Trabalho) é uma contribuição paga mensalmente pela empresa sobre a folha de pagamento. A alíquota varia de acordo com o grau de risco da atividade:

  • 1% — risco leve;
  • 2% — risco médio;
  • 3% — risco grave.

É aí que entra o FAP. Ele pode variar de 0,5 a 2,0:

  • FAP abaixo de 1: reduz o valor do RAT;
  • FAP igual a 1: mantém o valor;
  • FAP acima de 1: aumenta o valor do RAT.

Na prática: imagine uma empresa com folha de R$ 1 milhão e RAT de 2%.

Com FAP 0,5, ela pagaria R$ 10 mil por mês.
Com FAP 2,0, pagaria R$ 40 mil por mês.

Ou seja, a diferença pode chegar a R$ 30 mil por mês e R$ 360 mil por ano.

Por isso, entender e acompanhar o FAP pode fazer uma diferença significativa no custo da empresa.

Como o FAP é calculado

O FAP é calculado anualmente pelo Ministério da Previdência com base nos dois anos anteriores de registros da empresa. Ele considera três variáveis:

1. Frequência 

Quantos acidentes e doenças ocupacionais foram registrados no período. Cada CAT emitida, cada benefício acidentário concedido entra aqui.

2. Gravidade

A severidade dos casos: morte, invalidez permanente, afastamentos longos pesam mais do que afastamentos curtos.

3. Custo 

O quanto o INSS gastou com os benefícios vinculados à empresa no período.

Essas três variáveis são combinadas numa fórmula que gera o índice da empresa e esse índice é comparado com todas as outras empresas do mesmo setor (mesmo CNAE). 

O FAP é, portanto, relativo: sua empresa é avaliada em relação às concorrentes do mesmo segmento.

Onde estão os erros que ninguém vê

O problema não é só ter acidentes. O problema é ter o FAP calculado com dados errados e pagar por isso sem perceber.

Por isso, a Promed analisa os principais dados que podem impactar o resultado, como:

1. Alíquota do RAT

A alíquota do RAT é definida de acordo com a atividade da empresa. Uma classificação incorreta pode fazer a empresa pagar mais do que deveria.

2. Massa salarial

O RAT é calculado sobre a folha de pagamento. Erros ou divergências nessa base também podem aumentar o valor pago.

3. Benefícios vinculados à empresa

É importante conferir se os benefícios considerados no cálculo do FAP realmente estão relacionados aos trabalhadores e à empresa.

4. NTEP

O NTEP pode fazer com que um benefício seja classificado como acidentário e, consequentemente, impactar o FAP. Quando há divergência, o caso precisa ser analisado e as medidas cabíveis avaliadas.

O impacto pode ser grande

Imagine uma empresa que paga R$ 800 mil por ano de RAT.

Se existirem informações incorretas impactando o FAP, uma revisão pode representar uma diferença significativa no valor pago pela empresa.

É por isso que não basta saber qual é o FAP. É preciso entender de onde ele veio.

E é justamente nessa análise que a Promed pode ajudar sua empresa a identificar oportunidades de redução de custos e mais segurança na gestão do FAP.

O que a Promed faz diferente?

A Promed desenvolveu uma metodologia própria de análise do FAP que vai além da leitura do índice publicado pelo Ministério da Previdência.

A análise considera as três variáveis do cálculo — frequência, gravidade e custo — e mapeia cada um dos pontos de atenção: alíquota do RAT, massa salarial, beneficiários indevidos e NTEPs contestáveis.

O resultado é um parecer técnico que mostra, com clareza:

  • Qual é o FAP atual da empresa e por que ele está nesse patamar
  • Quais benefícios estão inflando o índice indevidamente
  • Quais NTEPs têm base para contestação judicial
  • Qual seria o impacto financeiro de cada correção

É uma análise completa da realidade da sua empresa.

O FAP deve ser tratado como um ativo e não uma mera obrigação

A maioria das empresas trata o FAP apenas como mais um custo na folha: chega todo ano, é pago e pronto.

Mas o FAP também pode mostrar como está a gestão de SST da empresa e indicar oportunidades de redução de custos.

Por isso, o primeiro passo é entender o que o seu FAP está dizendo e verificar se os dados considerados estão corretos.

Quer saber se sua empresa pode estar pagando mais do que deveria? Fale com a Promed e descubra o que pode ser feito.

Quero analisar o FAP da minha empresa!